O empresrio Caio Luiz Ferraz do Amaral, a pedido de P.C. Farias, contratou o detetive particular Alceu Alves Guimares para seguir os passos de Susana Marcolino assim que ela chegasse ao aeroporto em So Paulo. 

Nos depoimentos aps a ocorrncia do assassinato de Farias e Susana, o delegado do 30 Distrito Policial, Naief Saad Neto fez um rastreamento dos fatos. Constatou que ela telefonou para o dentista Fernando Colleoni , convidando-o para tomar um champanhe no apartamento de P.C. Farias, no Morumbi, onde estava. Segundo o detetive, no mesmo dia e horrio , ela ainda estava na casa de uma prima em Santo Andr. Ainda de acordo com o detetive, o dentista e Susana passaram por dois motis. O dentista negou. 

Saad Neto afirmou que Guimares inventou a histria de que Susana estava sendo seguida por mais duas pessoas, alm dos detetives que ele contratou. Na opinio do delegado, estes detetives no existem. 

No seu depoimento, o empresrio Amaral disse  que a nica comunicao do detetive , no dia seguinte   chegada dela , informava  sobre a normalidade de suas atividades e que s voltaria a contact-lo depois que ela mudasse para o apartamento no Morumbi. Isso no mais aconteceu, segundo ele.

Para o delegado Saad Neto , P.C. Farias morreu sem saber que Susana tinha sado com o dentista. 

Ferraz  acreditava que o detetive pretendia extorquir dinheiro dele, pois manifestou-lhe a inteno de comunicar  imprensa e  polcia o caso da campana. Posteriormente, o empresrio telefonou para os irmos de P.C.Farias, informando sobre as investigaes. Eles disseram que, tambm em Macei, elas tinham sido feitas. 

